Algumas cores.

•Junho 17, 2009 • Deixe um comentário

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Caro poeta…
 
Precisa libertar-se da tensão. Anseia por paz, tranqüilidade e contentamento.Impõe a si mesmo objetivos idealistas mas ilusórios. Tem sido dolorosamente desapontado e despreza a vida, numa auto-aversão que o deprime. Quer esquecer-se de tudo e recuperar-se numa situação confortável e livre de problemas.
Trabalha bem em cooperação com outros, mas é avesso a assumir o papel principal. Precisa de uma vida pessoal de compreensão mútua, e de estar livre de discórdia.Está tendo dificuldade em progredir; sem disposição para esforçar-se mais. Procura condições mais favoráveis, em que possa evitar quaisquer perturbações.
Sente que não está recebendo o que merece e que não há ninguém de quem possa esperar simpatia e compreensão. Emoções contidas e certa egocentricidade fazem com que se ofenda facilmente, mas compreende que deve conformar-se com as coisas como são.

As condições são tais que não se permitirá envolver-se emocionalmente sem fazer restrições mentais.Interpretação fisiológica: As tensões resultantes de desapontamento têm levado a agitação. Interpretação psicológica: As expectativas irrealizadas têm levado a incerteza e a uma vigilância apreensiva. Tem grande necessidade de sentir-se seguro e protegido contra outros desapontamentos, contra ser preterido ou perder prestígio e posição. Duvida de que as coisas melhorem no futuro; não o bastante, está inclinado a fazer exigências exageradas e a rejeitar acordos. Em suma: Insegurança opressiva.

Interpretação fisiológica: Tensão e ansiedade devidas a conflito entre esperança e necessidade, seguido de desapontamento intenso. Interpretação psicológica: O desapontamento e as esperanças irrealizadas têm dado origem a uma incerteza angustiante, enquanto duvida de que as coisas melhorarão no futuro, o que o leva ao adiamento de decisões essenciais. Este conflito entre esperança e necessidade está criando considerável pressão. Em lugar de resolvê-lo, enfrentando corajosamente a tomada da decisão essencial, é capaz de empenhar-se na busca de trivialidades como meio de fuga. Em suma: Vacilação causando frustração.
O desapontamento pela não-realização de seus ideais e o temor de que a formulação de novas metas só levarão a outros reveses têm resultado em considerável ansiedade. Procura escapar-lhe para uma união tranqüila e harmoniosa que o proteja da insatisfação e da falta de afeição.

O desapontamento e o medo da impossibilidade de formular novas metas têm-no levado à ansiedade, a um vazio e a um desprezo inconfessado a si mesmo. Sua recusa em reconhecer essa situação leva-o a adotar uma atitude voluntariosa e desafiadora.

Chá de Camomila…

•Maio 26, 2009 • Deixe um comentário

citywallpaper_1920x1200Eu simplesmente não consigo.

Não posso mais suportar, porque não nasci em um lindo berço de ouro?  Numa bela família que me amasse pelo que eu sou e não pelo que finjo ser.

Desculpem por colocar algo assim diante de vocês, mas a questão é que  já estou farto, farto de tudo e de todos, desta situação deplorável, do mau cheiro que minha existência exala a todo o segundo, estou farto das mentiras que conto todos os dias, das noites em que não durmo, sinto falta do abraço que dava em teddy no intervalo de cada pesadelo. Estou farto de não saber sentir, estou farto de não conseguir chorar…

Penso em quando nasci, desde pequeno, o pequeno andróide, mais um número, porque eu simplismente não sigo as regras? Porque eu acredito que ainda serei feliz ao menos um dia? Já não está tudo claro o bastante? Porque não peso todos os “não’s” e todos os “sim’s” na balança que os astros me proporcionaram no dia de meu nascimento? Provavelmente porque eu não suportaria a resposta…

Porque eu me preocupo com tanta gente que não se preocupa com ninguém? Porque a empatia transborda em meu peito? Porque esqueço de quem realmente merece importância em minha vida?

Porque não consigo me sentir feliz nesse quarto, com esse caderno que me atormenta todas as noites e meu copo meio vazio?

Acho que sozinho vejo tudo melhor, enchergo o vazio e me iludo querendo reinventá-lo e fazer com que meu copo fique meio cheio.

Desculpem se estou me repitindo, mas a soma de uma existência é clara, o resultado final sou eu e você talvez se encontre vagando por uma ou outra frase que escrevo, fique a vontade, não me importo, desde que você não me recrimine por sentir ou não essa dor sem definição ou motivo plausível. Me ensina a chorar?

Prometo amanhã transformar tudo em um belo sorriso, tão superficial quanto cada frase que digo ao faze-lo.

“Não sinto hoje talvez por já ter sentido ontem e muito tempo antes… sou uma caixinha… você deixa eu gritar?”

Um mentiroso buscando o perdão de uma pedra…

•Maio 24, 2009 • Deixe um comentário

tristezaA cada dia um novo verso, já dizia o poeta.

Todos os dias, sem exceção, penso se tudo isso vale realmente a pena,  toda a dor, perturbação, em algum momento de todo o percurso seu coração se parte, meus caros amigos, vocês ja não estão fartos de ouvir? De ouvir que não há mais esperança, de que não há nada de que valha a pena morrer? Nunca lhe aconselharam a se curar de sua ridícula obsessão com sentimentos compartilhados entre pessoas incondicionalmente?

Mas por que então você permanece acreditando que em algum momento a tormenta irá passar? Durante toda a sua vida ela não passou. Você realmente acha que em algum momento sua vida será como as que você vê na televisão? Eu sei que vê, pois também vejo, pois a unica coisa na qual podemos nos segurar e serve como pedra de sustentação, são nossos sonhos.

Talvez sejam ridiculos, talvez eu insista em sonhar acordado, sonhar com o dia em que não será algo tão pavoroso dizer eu te amo a meus amigos, familiares e talvez a alguem que venha a surgir com o tempo, talvez eu viva este sonho dentro de mim, esperando que alguém partilhe do mesmo desejo, talvez ALGUÉM não seja necessário, mas sim, vários alguéns, amigos, talvez eu queira ver meu pai como meu amigo mas não consiga, talvez eu queria ver alguém que outrora fora especial, como um amigo, talvez eu queira apenas conversar, sobre nada muito definido, apenas falar sabendo que alguem se importa, talvez eu precise chorar em um ombro amigo, talvez eu precise sair de dentro da bolha em que a tecnologia me confina, talvez eu devesse falar ao invéz de escrever linhas e mais linhas soltas, talvez eu precise gritar…

Sufocando…

•Maio 19, 2009 • Deixe um comentário

gatos-graciosos003A alguns meses venho me pergutando porque tomo café pela manhã,porque como primeiro o salgado e depois o doce, porque me apego a padrões?
Hoje, meus caros amigos, já estou de café tomado, portando darei inicio a nossa psicanalise diária.
 Tenho lembrado muito de pessoas que ja vieram e de pessoas que ja se foram,lembro muito de pessoas que faziam parte de minha vida e que hoje não fazem mais. Aquele amigo que andava sempre comigo na escola, aquele amigo que ouvia meus pensamentos e não cobrava por hora. Lembro dessas pessoas, assim como lembro também das pessoas que tenho agora, será que irei perde-las também? Acima de tudo, lembro da falta que elas me fazem neste exato momento.
E as vezes me pergunto, existe espaço em mim para uma leva infinita de melhores amigos? Espero que sim…
Me sinto frustrado de pensar que um dia minha respiração ira parar e simplismente não irei acordar. As vezes sinto tanto medo que me nego a acreditar que esta aventura tera um fim. Pois as vezes o vazio é tão grande que chegamos a nos perguntar do porque pais tiveram de nos encomendar anos atras. Não sei se você já sentiu isso, mas eu sim… seria eu o único? O unico a sentir que talvez o universo seria bem melhor se eu não tivesse tocado em pessoas e feito com que elas compartilhassem de meus ideais boemios?

Mas ao sentir isso, simultaneamente me sinto culpado, ao me entristecer me sinto culpado, pois há pessoas em situações, mundos e universos bem mais conturbados do que os meus jamais serão, como posso eu chorar então, se o catador de lixo permanece trabalhando com um lindo e sincero sorriso no rosto? 

É por isso que não me permito entristecer, em momentos de tristeza, apreenção e dúvida, fujo para dentro de minha caixinha de papelão, e exponho apenas um sorriso, as vezes cansado, mas ainda assim um sorriso, pois sentimentos são compartilhados, e eu jamais compartilharia tristeza com aqueles que amo, e é por amar demais que os poupo desta frustração, talvez com estas palavras vocês venham a compreender a profundidade de meu amor, e que nem todo o palhaço sorri por opção.

Não existem pessoas insensíveis, existem fortalezas chamadas sorrisos, nas quais você procura refúgio… mas as vezes… sozinho…você não tem porque sorrir. E apenas se pergunta do porque você se esconde…

Falando um pouco de sentimentos… talvez…

•Maio 18, 2009 • Deixe um comentário

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Sinto tanto que ja não mais posso ser visto, sentia tanto que tinha medo de ser visto, sentir… Alguém pode definir? O frio quente que te deixa sem voz, alguém saberia explicar? E quando este frio se torna nada mais que uma embaçada lembrança? Como ja dito, em meu universo você não encontrará respostas, apenas mais dúvidas.
Você ja sentiu seu coração a ponto de explodir? Quantas vezes? Com que frequencia? Foi apenas uma vez? Sabe descreve-la?
Se foi mais de uma vez quer dizer então que você ja se sentiu dentro da belissima expressão: “Que seja eterno enquanto dure!” Mas para você é foi tão simples assim em alguma das vezes?

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 (Pausa para o café)
No caminho para o café, outra situação não tão poética para a massa, mas ainda assim vital para a existência da mesma me veio em mente.
Você tem pais vivos? Você tem eles perto de você? Em caso afirmativo, quantas vezes você diz que os ama por dia, ou ao  menos lhes dá um abraço forte? Você tem idéia de quantas vezes eles fizeram isso por você quando você nem sabia o que era mundo? Perdoe-me pela franqueza mas se você ainda não fez nada disso, você definitivamente é um lixo humano! Você consegue enchergar sua vida sem algum deles? Você sabia que existem pessoas que nunca enchergaram o amor de um pai e uma mãe?
Portanto da próxima vez que seu pai vier lhe contar aquela história que você provavelmente ja ouviu centenas de vezes, escute! E não se esqueça do EU TE AMO e do abraço bem apertado! Eles te amaram sua vida inteira, não seria justo você retribuir um pouco deste amor da mesma forma que você o fazia quando, aos 4 ou 5 anos machucava o joelho e corria abraçando sua mãe apenas porque estava com medo? Você ainda abraça sua mãe quando tem medo? Aproveite enquanto você ainda pode abraça-la…

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Voltando ao momento Sheakespeareano…
Você nunca sentiu-se adoecendo desta vida, você tentou tantas vezes que agora nem tenta mais, ou se tenta, sente um medo que lhe gela a espinha por lembrar do passado, porque seria diferente agora? Eu mesmo ja disse isso algumas vezes, talvez seja este o erro mais grave do ser humano, ele não se lembra de como era sentir tudo como sentia quando era criança, porque deixamos a criança em nós envelhecer? Podemos traze-la devolta? Eu sinceramente  acho que sim, vou lhes citar um rápido exemplo.
Eu nunca havia andado de escada rolante ao que me lembro, mas sempre tive um desejo doentiu de andar, a alguns meses, alguns amigos, sabe “aqueles” amigos? Estes mesmo, me levaram a um lugar mágico chamado Shopping, e lá, adivinha quem me esperava quase que me seduzindo com seus corrimãos? Ela mesma, dois amigos me levaram até ela, a sensação foi incrivel, me senti em uma montanha russa, e o que pode-se querer mais da vida? Quando se esta com pessoas amadas e realizando um sonho incrivelmente alucinante?
Para ser sincero, o que eu queria mesmo era ficar horas descendo e subindo aquela obra prima da mecânica, sabe subir pela que desce e descer pela que sobe? Exatamente isso, ainda vou fazer isso denovo, naquele mesmo shopping, naquela mesma escada, nem que eu tenha de ir sozinho!

Entende agora? A criança esta ali, talvez dormindo, esperando para acordar no momento mais inusitado. Só lhe deixo um simplório pedido: Não segure ela pela mão quando ela quiser sair correndo e dar um abraço bem forte em algum amigo que ela e você já não veem a muito tempo, deixe sentir! Nem que por apenas um instante, pois sejamos francos, na vida, existe mais algum motivo do qual valha a pena lutar senão  sentir e deixar ser sentido?

Pense nisso…

Arroz Mágico!

•Maio 16, 2009 • Deixe um comentário

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2 Xícaras de Arroz
2 Dedos de água acima do arroz
2 Colheres de azeite
Sal a gosto!

Ja fiz arrozes que ficaram bem legais sabe?  Mas o ultimo que tentei fazer ficou horrivel,  exagerei no azeite e no sal e na água , bom, exagerei em tudo,  dai ficou de um jeito que parecia titica de galinha, espero me redimir com este que estou fazendo agora, ao menos para provar a mim mesmo que não sou um completo fracasso culinário.
O arroz ta começando a fazer barulhos estranhos, ao que me lembro, quando ele ferver, eu abaixo o fogo e o tampo, vou por um pouco de sal temperado para ver o que acontece.
Pronto! Está tudo a caminho, basta ver agora se minha obra prima gastronômica me trará grandes alegrias ou grandes tristezas, falando em alegrias e em tristezas, logo contarei sobre sentimentos e como é encontrar pessoas mágicas a cada dia, a cada dia um novo mundo se descobre em meio cada pessoa, pois cada uma tem uma estória ímpar, a qual se tornaria concerteza um best seller, mas ainda é muito cedo, vamos nos focar apenas no arroz agora, que a propósito, está cheirando muito bem, modéstia a parte.
O arroz ficou esplendido!

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Palavras Não Lidas

•Maio 15, 2009 • Deixe um comentário
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Se você esta aqui procurando por respostas, veio ao lugar errado, o que irei expor são simplismente questões, duvidas,pensamentos e estórias.
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Não é realmente vital a atenção de uma massa, são apenas versos soltos, talvez fragmentos de canções e pensamentos, portanto dou como iniciada a jornada das palavras não lidas.
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“Estive pensando nesse mistério que faz com que a vida da gente se encante tanto por outra vida. E sinta vontade de escrever poemas. Garimpar estrelas. Deixar florir pelo corpo os sorrisos que nascem no coração. Nesse mistério que nos faz olhar a mesma imagem inúmeras vezes, sem cansaço, mesmo nos instantes em que é feita de papel ou de memória. Que nos faz respirar feliz que nem folha orvalhada. Querer caber, com frequência, no mesmo metro quadrado onde a tal vida está. Cantarolar pela rua aquela canção que a gente não tinha a mínima ideia de que lembrava.

Estive pensando nesse mistério que faz com que a vida da gente encontre essa vida na multidão planetária de bilhões de outras. E sem saber que ela existia, perceba ao encontrá-la que sentia saudade dela antes de conhecê-la. Estive pensando nesse mistério que faz com que aquela vida que acaba de encontrar a nossa nos deixe com a impressão de estar no nosso caminho desde sempre, como se fosse um sol que esteve o tempo todo ali e a gente somente não o ouvia cantar. Nesse mistério que nos faz trocar buquês dos olhares mais cuidadosos. Que nos faz querer cultivar jardins, lado a lado. Nesse mistério que faz com que a nossa vida queira um bem tão grande à outra vida, que vai ver que isso já é uma prece e a gente nem desconfia.

Estive pensando nesse mistério lindo que você é para alguém e alguém é para você ou que ainda serão um para o outro. Nessa oportunidade preciosa dos encontros que nos fazem crescer no amor também com o tempero bom da ludicidade. Nesse clima de passeio noturno em pracinha de cidade pequena. Nessa paz que convida o coração pra se recostar e repousar cansaços. Nesse lume capaz de clarear um quarteirão inteirinho da alma. Nesse abraço com braços que começam dentro da gente. Nessa vontade de deixar o mundo todo pra depois só para saborear cada milímetro do momento embrulhado pra presente.

Estive pensando nesse mistério que não consigo desvendar. Nem tento.”

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